10 de maio de 2013

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SAUDAÇÕES, PESSOAL! Eu imagino que vocês leiam as notícias e tal, né? E já que nós teremos uma mostra chamada Festival Games Brasil, que irá acontecer na edição deste ano da Virada Cultural de SP, o blog decidiu arregaçar as mangas e botar as manetes para funcionar! Querem saber como foi isso? Então apertem o START e vamos nessa!


Uma das vantagens em se possuir um console portátil é justamente poder jogar em qualquer lugar. No  ônibus, na fila do banco, no intervalo da faculdade... E eu garanto para vocês, videogame na cama é uma M-A-R-A-V-I-L-H-A. A única coisa que não é nada legal é quando você não é uma pessoa lá muito habilidosa com os jogos, como é o meu caso.

Tem gente que diz que a genética explica isso, e eu acho bom mesmo, por que já perdi a conta de quantas vezes o Altaïr (o simpático matador e escalador de paredes de Assassin's Creed) sofreu na minha mão. Aí para me redimir, decidi pegar meu singelo e já velhinho PSP Go e jogar mais uma vez o ótimo Assassin's Creed: Bloodlines. E como eu não poderia deixar de fazer, resenhei a minha experiência com o game, agora jogado com muito mais empenho e dedicação! EHEHEHEHE

Escalando aquela parede básica, tudo na maior surdina. LOL
A história de Assassin's Creed: Bloodlines se passa antes dos eventos de Assassin's Creed II, e após os eventos do primeiro jogo da série. Nós começamos o jogo na ilha de Chipre, onde o Altaïr, que vem a ser o protagonista original da série, deixou a Terra Santa  para assassinar os últimos remanecentes dos templários, e é essa a missão primordial do jogo. 

Para os jogadores inexperientes como eu, é possível percorrer um espaço delimitado com jogabilidade não-linear, ou seja, nós podemos andar pela ilha livremente, realizando pequenas missões paralelas à missão principal do jogo. Outra vantagem é o elemento de camuflagem, que nos permite ficar fora da vista dos inimigos e continuar caminhando sem problemas. Quando um guarda ou um outro inimigo em potencial se aproxima, dá pra se misturar com o ambiente subindo escadas e escalando paredes e utilizando carroças com feno como esconderijos. É claro que o Altaïr também nos dá uma força! Suas facas, sua habilidade de luta, sua espada e aquela ótima adaga presa na manga são um arsenal pra exército nenhum botar defeito! 

O bacana do jogo é que além de toda a ação e bons gráficos que ele proporciona aos jogadores, Assassin's Creed: Bloodlines também é usado para explicar a conexão entre três personagens principais da série: Altaïr Ibn La-Ahad, Desmond Miles (descendente de Altaïr) e Ezio Auditore di Firenze (personagem principal de Assassin's Creed II e descendente de Altaïr)!


No final das contas, eu só fui parar de jogar por que a bateria do PSP Go chegou ao fim... EEEEEE! Até que eu me descobri melhor jogadora do que eu esperava! :)

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