1 de julho de 2015

Férias na Isla Nublar? Não, muito obrigada.

Saudações, galera! Tudo tranquilo? Espero que esteja tudo ótimo com vocês, viu? E para dar uma esquentada nesse inverno e no site também, que ficou bastante abandonado, eu peço a vocês que pensem numa situação de pânico absoluto, daquelas que fazem todos os pêlos do corpo se arrepiarem.  Foi mais ou menos isso que eu vivenciei ontem, assistindo Jurassic World.


Não me entendam mal. Meu pânico não está relacionado a nenhum aspecto pejorativo do filme. Não fiquei aterrorizada por não ter gostado do filme. Pelo contrário, gostei até demais. Claro, considerando que bastou o filme estrear para que chovessem críticas negativas. O argumento mais comum era que o filme não era fiel à realidade. 

Eu nem deveria estar falando isso, mas a premissa inicial de qualquer filme, principalmente de Jurassic World, é ser verossímil, o que não significa ser 100% real. Além disso, tudo fica excelentemente bem explicado no filme apenas com base em duas palavras: engenharia genética. No universo ficcional da franquia, a existência dos dinossauros só é possível através da manipulação dos genes dos seres pré-históricos. Então é aquilo, né? Se a genética possibilitou, os dinossauros foram recriados ao bel prazer da equipe dos laboratórios. Por isso, os dinos apresentam características diferentes daquelas observadas por paleontólogos e afins. 


Mas o ponto forte do filme foi sem dúvida investir pesado na ação constante e no mistério deixado no ar sobre quais espécies compõe o genoma da aterrorizante Indominus Rex e do que ela era realmente capaz. E posso confessar que foi exatamente essa mocinha de dentes afiados e seus colegas gigantes carnívoros que me deixaram, digamos, com um medo leve. Só não se deixem enganar, viu? A cada tomada, a cada instante, um novo elemento (Chris Pratt mais do que deslumbrante) surgia na tela, movimentando a história e te fazendo não desviar os olhos.

Certas aparições e referências a filmes anteriores da franquia também bacanérrimos de ver em Jurassic World. Para os fãs de dinossauros e mesmo para os não-fãs, é uma boa pedida para as férias. Pois afinal, quem nunca se imaginou num Parque dos Dinossauros? Eu certamente não! KKKKKKKKKKKKKKKKKK

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